A mediação é o segredo do fútbol callejero

Por Periferia em Movimento

Pode-se dizer que o papel do mediador é o mais importante da jogada quando o assunto é fútbol callejero. E durante o Mundial foi fácil perceber sua atuação em todas as partidas. É ele que no primeiro tempo conduz a conversa e define com os times o que será regra. Enquanto a bola rola, sua tarefa é observar o andamento da jogada e chamar a atenção caso os acordos não sejam respeitados ou mediar possíveis conflitos durante o jogo. Ao final, cabe ao mediador ajudar na avaliação coletiva e na definição de pontos baseada não só no número de gols.

Sara Guzmán Velásquez, 23 anos, é experiente nessa função. Ela foi mediadora nesse Mundial pela delegação da Costa Rica. A jovem e sua equipe integram a iniciativa Fútbol por la Vida, que há 8 anos trabalha com o fútbol callejero em San José. Eles atuam com 450 crianças e jovens das comunidades de Tejarcillos de Alajuelita, Carpio e Corina. A seleção para jogar no Mundial foi feita com base em 4 critérios: situação social, frequência no centro esportivo, capacidade física para jogar e ser um bom exemplo na comunidade.

Sara Guzmán é mediadora e educadora física no projeto Fútbol por la Vida

Sara Guzmán é mediadora e educadora física no projeto Fútbol por la Vida

Eles ficam na beira do campo lembrando as regras principais "Respeito! Solidariedade!"

Eles ficam na beira do campo lembrando as regras principais “Respeito! Solidariedade!”

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